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Projeto Prefiro Viver. Em defesa da vida. Ligue 188 CVV.

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domingo, 27 de setembro de 2020

Celebre a vida! Rossandro Klinjey aborda do tema "Celebrar a Vida". - CAMPANHA DA FEB no setembro amarelo.


Imagem do facebook da FEB - Federação Espírita Brasileira

Setembro Amarelo é o mês de prevenção ao suicídio, uma prática contra o dom da vida que tornou-se uma grave epidemia, agora atingindo inclusive jovens e crianças.
O momento para todos nós é de reflexão intensa e ao mesmo tempo de ações concretas, tendo a consciência que a sociedade tem que mudar muitos valores para que familiares, amigos, colegas de trabalho, tenham um olhar humanizado para o outro, sendo assim capazes de perceber os sinais que a pessoa está passando, muitas vezes são pedidos de socorro, não podem cair em ouvidos moucos. 
Saibamos portanto ouvir, ser ombro amigo e deixar claro que estamos solidários em todos os momentos. 
Enfim, que esta causa se estenda por todo o ano, sempre com novos adeptos prontos a trabalhar na lavoura do bem.
Que Deus, infinita bondade tenha piedade de todos nós.
Maria, estenda teu manto sobre teus filhos amados hoje e sempre, até que a humanidade tenha finalmente adquirido a maturidade e a evolução que Cristo veio para nos ensinar. 
Amém!

quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Observai os pássaros do céu.



Não acumuleis tesouros na Terra, onde a ferrugem e os vermes os comem e onde os ladrões os desenterram e roubam; — acumulai tesouros no céu, onde nem a ferrugem, nem os vermes os comem; — porquanto, onde está o vosso tesouro aí está também o vosso coração.

Eis por que vos digo: Não vos inquieteis por saber onde achareis o que comer para sustento da vossa vida, nem de onde tirareis vestes para cobrir o vosso corpo. Não é a vida mais do que o alimento e o corpo mais do que as vestes?

Observai os pássaros do céu: não semeiam, não ceifam, nada guardam em celeiros; mas, vosso Pai celestial os alimenta. Não sois muito mais do que eles? — e qual, dentre vós, o que pode, com todos os seus esforços, aumentar de um côvado a sua estatura?

Por que, também, vos inquietais pelo vestuário? Observai como crescem os lírios dos campos: não trabalham, nem fiam; — entretanto, eu vos declaro que nem Salomão, em toda a sua glória, jamais se vestiu como um deles. — Ora, se Deus tem o cuidado de vestir dessa maneira a erva dos campos, que existe hoje e amanhã será lançada na fornalha, quanto maior cuidado não terá em vos vestir, ó homens de pouca fé!

Não vos inquieteis, pois, dizendo: Que comeremos? ou: que beberemos? ou: de que nos vestiremos? — como fazem os pagãos, que andam à procura de todas essas coisas; porque vosso Pai sabe que tendes necessidades delas.

Buscai primeiramente o reino de Deus e a sua justiça, que todas essas coisas vos serão dadas de acréscimo. — Assim, pois, não vos ponhais inquietos pelo dia de amanhã, porquanto o amanhã cuidará de si. A cada dia basta o seu mal. (S. MATEUS, cap. VI, vv. 19 a 21 e 25 a 34.)

Interpretadas à letra, essas palavras seriam a negação de toda previdência, de todo trabalho e, conseguintemente, de todo progresso. Com semelhante princípio, o homem limitar-se-ia a esperar passivamente. Suas forças físicas e intelectuais conservar-se-iam inativas. Se tal fora a sua condição normal na Terra, jamais houvera ele saído do estado primitivo e, se dessa condição fizesse ele a sua lei para a atualidade, só lhe caberia viver sem fazer coisa alguma. Não pode ter sido esse o pensamento de Jesus, pois estaria em contradição com o que disse de outras vezes, com as próprias leis da Natureza. Deus criou o homem sem vestes e sem abrigo, mas deu-lhe a inteligência para fabricá-los.

Não se deve, portanto, ver, nessas palavras, mais do que uma poética alegoria da Providência, que nunca deixa ao abandono os que nela confiam, querendo, todavia, que esses, por seu lado, trabalhem. Se ela nem sempre acode com um auxílio material, inspira as idéias com que se encontram os meios de sair da dificuldade.

Deus conhece as nossas necessidades e a elas provê, como for necessário. O homem, porém, insaciável nos seus desejos, nem sempre sabe contentar-se com o que tem: o necessário não lhe basta; reclama o supérfluo. A Providência, então, o deixa entregue a si mesmo. Freqüentemente, ele se torna infeliz por culpa sua e por haver desatendido à voz que por intermédio da consciência o advertia. Nesses casos, Deus fá-lo sofrer as conseqüências, a fim de que lhe sirvam de lição para o futuro.

 

 (Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XXV, itens 6 e 7.)

sexta-feira, 18 de setembro de 2020

O Espelho da vida.

Fonte da imagem: https://pixabay.com/pt/linda-mulher-jovem-feminino-1509956/

A mente é o espelho da vida em toda parte. 
Ergue-se na Terra para Deus, sob a égide do Cristo, à feição do diamante bruto, que, arrancado ao ventre obscuro do solo, avança, com a orientação do lapidário, para a magnificência da luz. 
Nos seres primitivos, aparece sob a ganga do instinto, nas almas humanas surge entre as ilusões que salteiam a inteligência, e revela-se nos Espíritos Aperfeiçoados por brilhante precioso a retratar a Glória Divina. 
Estudando-a de nossa posição espiritual, confinados que nos achamos entre a animalidade e a angelitude, somos impelidos a interpretá-la como sendo o campo de nossa consciência desperta, na faixa evolutiva em que o conhecimento adquirido nos permite operar. Definindo-a por espelho da vida, reconhecemos que o coração lhe é a face e que o cérebro é o centro de suas ondulações, gerando a força do pensamento que tudo move, criando e transformando, destruindo e refazendo para acrisolar e sublimar. 
Em todos os domínios do Universo vibra, pois, a influência recíproca. Tudo se desloca e renova sob os princípios de interdependência e repercussão. O reflexo esboça a emotividade. A emotividade plasma a ideia. 
A ideia determina a atitude e a palavra que comandam as ações. Em semelhantes manifestações alongam-se os fios geradores das causas de que nascem as circunstâncias, válvulas obliterativas ou alavancas libertadoras da existência. Ninguém pode ultrapassar de improviso os recursos da própria mente, muito além do círculo de trabalho em que estagia; contudo, assinalamos, todos nós, os reflexos uns dos outros, dentro da nossa relativa capacidade de assimilação. 
Ninguém permanece fora do movimento de permuta incessante. Respiramos no mundo das imagens que projetamos e recebemos. Por elas, estacionamos sob a fascinação dos elementos que provisoriamente nos escravizam e, através delas, incorporamos o influxo renovador dos poderes que nos induzem à purificação e ao progresso. 
O reflexo mental mora no alicerce da vida. Refletem-se as criaturas, reciprocamente, na Criação que reflete os objetivos do Criador. 

Emmanuel

Pérolas de Chico Xavier.

 




terça-feira, 15 de setembro de 2020

Campanhas | Setembro Amarelo

Setembro Amarelo. Será o suicida covarde ou corajoso? Precisamos falar sobre isto.

Existe um grande equívoco de pessoas que erroneamente julgam uma atitude sem ter conhecimento profundo dos motivos da pessoa ter tomado aquela atitude.

É bem comum isto acontecer com os suicidas, chamados de covardes por uns, corajosos por outros.

Venho te propor uma reflexão séria sobre um assunto tão complexo e infelizmente tão pouco ou nada discutido na sociedade: o ato suicidada.

O suicida não quer se matar, ele sempre quer cessar uma dor profunda, uma dor que já dilacera sua alma e causa doenças e sintomas físicos.

É um ato extremo, mas infelizmente vem crescendo assustadoramente na sociedade, incluindo crianças e jovens. É da gente como adulto se perguntar? Onde erramos?

Sem culpas.

Para não alongar o post, vou deixar imagens que os amigos podem copiar de divulgar para que aos poucos esse assunto grave deixe de ser tabu na sociedade.