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Projeto Prefiro Viver. Em defesa da vida. Ligue 188 CVV.

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quinta-feira, 15 de outubro de 2020

Vida Feliz CXCVIV - Linda mensagem de Joanna de Ângelis

 


Quando estiveres a ponto de desistir de uma ação edificante, ora e continua até o fim.

Quando te encontrares no momento de cometer um erro, ora e desiste com tranquilidade.

Quando perceberes que as forças não te auxiliarão no trabalho do bem, ora e reanima-te, chegando ao termo planejado.

Quando fores aliciado para uma situação vexatória, ora e retoma o teu equilíbrio.

Quando te sentires abandonado pela pessoa em quem confias ou a quem amas, ora e tem paciência, permanecendo no teu posto.

Quando, desarvorado, desejes tombar, sem mais estímulo, ora e te serão concedidas as resistências para o triunfo.

Não deixes nunca de orar.

 

FRANCO, Divaldo Pereira. Vida Feliz. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. 18.ed. LEAL, 2015. Capítulo 196.

quinta-feira, 8 de outubro de 2020

Dar-se-á àquele que tem.



Aproximando-se dele, seus discípulos lhe disseram: Por que lhes falas por parábolas? Respondendo, disse-lhes ele: É porque, a vós outros, vos foi dado conhecer os mistérios do reino dos céus, ao passo que a eles isso não foi dado. — Porque, àquele que já tem, mais se lhe dará e ele ficará na abundância; àquele, entretanto, que não tem, mesmo o que tem se lhe tirará. — Por isso é que lhes falo por parábolas: porque, vendo, nada vêem e, ouvindo, nada entendem, nem compreendem. — Neles se cumpre a profecia de Isaías, quando diz: Ouvireis com os vossos ouvidos e nada entendereis, olhareis com os vossos olhos e nada vereis. (S. MATEUS, cap. XIII, vv. 10 a 14.)

Tende muito cuidado com o que ouvis, porquanto usarão para convosco da mesma medida de que vos houverdes servido para medir os outros, e ainda se vos acrescentará; — pois, ao que já tem, dar-se-á, e, ao que não tem, até o que tem se lhe tirará. (S. MARCOS, cap. IV, vv. 24 e 25.)

“Dá-se ao que já tem e tira-se ao que não tem.” Meditai esses grandes ensinamentos que se vos hão por vezes afigurado paradoxais. Aquele que recebeu é o que possui o sentido da palavra divina; recebeu unicamente porque tentou tornar-se digno dela e porque o Senhor, em seu amor misericordioso, anima os esforços que tendem para o bem. Aturados, perseverantes, esses esforços atraem as graças do Senhor; são um ímã que chama a si o que é progressivamente melhor, as graças copiosas que vos fazem fortes para galgar a montanha santa, em cujo cume está o repouso após o labor.

“Tira-se ao que não tem, ou tem pouco.” Tomai isso como uma antítese figurada. Deus não retira das suas criaturas o bem que se haja dignado de fazer-lhes. Homens cegos e surdos! abri as vossas inteligências e os vossos corações; vede pelo vosso espírito; ouvi pela vossa alma e não interpreteis de modo tão grosseiramente injusto as palavras daquele que fez resplandecesse aos vossos olhos a justiça do Senhor. Não é Deus quem retira daquele que pouco recebera: é o próprio Espírito que, por pródigo e descuidado, não sabe conservar o que tem e aumentar, fecundando-o, o óbolo que lhe caiu no coração.

Aquele que não cultiva o campo que o trabalho de seu pai lhe granjeou, e que lhe coube em herança, o vê cobrir-se de ervas parasitas. É seu pai quem lhe tira as colheitas que ele não quis preparar? Se, à falta de cuidado, deixou fenecessem as sementes destinadas a produzir nesse campo, é a seu pai que lhe cabe acusar por nada produzirem elas? Não e não. Em vez de acusar aquele que tudo lhe preparara, de criticar as doações que recebera, queixe-se do verdadeiro autor de suas misérias e, arrependido e operoso, meta, corajoso, mãos à obra; arroteie o solo ingrato com o esforço de sua vontade; lavre-o fundo com auxílio do arrependimento e da esperança; lance nele, confiante, a semente que haja separado, por boa, dentre as más; regue-o com o seu amor e a sua caridade, e Deus, o Deus de amor e de caridade, dará àquele que já recebera. Verá ele, então, coroados de êxito os seus esforços e um grão produzir cem e outro mil. Ânimo, trabalhadores! Tomai dos vossos arados e das vossas charruas; lavrai os vossos corações; arrancai deles a cizânia; semeai a boa semente que o Senhor vos confia e o orvalho do amor lhe fará produzir frutos de caridade. — Um Espírito amigo. (Bordéus, 1862.)

 

(Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XVIII, itens 13 a 15.)

quinta-feira, 1 de outubro de 2020

Setembro amarelo terminou mas a luta continua.



Amigos, acabou mais um mês de setembro dedicado ao combate ao suicídio e pela vida, mas aqui continuaremos todo o ano falando em vida e felicidade, pois que nascemos para sermos felizes e vivermos em paz.

A Doutrina tem um caminho seguro para alcançar estas metas, que é o aprimoramento espiritual também chamado de Reforma Íntima, juntamente com o estudo da Doutrina para embasamento dos saberes básicos para conseguirmos uma fé raciocinada e forte, capaz de resistir aos mais duros embates da vida, como  no momento a pandemia aliada ao desemprego e à desesperança de muitos.

É para te acolher e te dizer que não precisa ser assim, de forma sofrida e amarga, mas que usando os recursos que o espiritismo te traz podes viver melhor e ser mais feliz.

Continuamos então, caros amigos, na luta pela vida sempre, vigilantes para seguir o caminho do bem e da luz.

Hoje para não alongar, vou deixar um pequeno trecho para reflexão: 





Sem esforço de nossa parte, jamais atingiremos o alto da montanha. Não desanime no meio da estrada: siga à frente, porque os horizontes se tornarão amplos e maravilhosos à medida que for subindo. Mas não se iluda, pois só atingirá o cimo da montanha se estiver decidido a enfrentar o esforço da caminhada.


Minuto de sabedoria.

domingo, 27 de setembro de 2020

Celebre a vida! Rossandro Klinjey aborda do tema "Celebrar a Vida". - CAMPANHA DA FEB no setembro amarelo.


Imagem do facebook da FEB - Federação Espírita Brasileira

Setembro Amarelo é o mês de prevenção ao suicídio, uma prática contra o dom da vida que tornou-se uma grave epidemia, agora atingindo inclusive jovens e crianças.
O momento para todos nós é de reflexão intensa e ao mesmo tempo de ações concretas, tendo a consciência que a sociedade tem que mudar muitos valores para que familiares, amigos, colegas de trabalho, tenham um olhar humanizado para o outro, sendo assim capazes de perceber os sinais que a pessoa está passando, muitas vezes são pedidos de socorro, não podem cair em ouvidos moucos. 
Saibamos portanto ouvir, ser ombro amigo e deixar claro que estamos solidários em todos os momentos. 
Enfim, que esta causa se estenda por todo o ano, sempre com novos adeptos prontos a trabalhar na lavoura do bem.
Que Deus, infinita bondade tenha piedade de todos nós.
Maria, estenda teu manto sobre teus filhos amados hoje e sempre, até que a humanidade tenha finalmente adquirido a maturidade e a evolução que Cristo veio para nos ensinar. 
Amém!

quarta-feira, 23 de setembro de 2020

Observai os pássaros do céu.



Não acumuleis tesouros na Terra, onde a ferrugem e os vermes os comem e onde os ladrões os desenterram e roubam; — acumulai tesouros no céu, onde nem a ferrugem, nem os vermes os comem; — porquanto, onde está o vosso tesouro aí está também o vosso coração.

Eis por que vos digo: Não vos inquieteis por saber onde achareis o que comer para sustento da vossa vida, nem de onde tirareis vestes para cobrir o vosso corpo. Não é a vida mais do que o alimento e o corpo mais do que as vestes?

Observai os pássaros do céu: não semeiam, não ceifam, nada guardam em celeiros; mas, vosso Pai celestial os alimenta. Não sois muito mais do que eles? — e qual, dentre vós, o que pode, com todos os seus esforços, aumentar de um côvado a sua estatura?

Por que, também, vos inquietais pelo vestuário? Observai como crescem os lírios dos campos: não trabalham, nem fiam; — entretanto, eu vos declaro que nem Salomão, em toda a sua glória, jamais se vestiu como um deles. — Ora, se Deus tem o cuidado de vestir dessa maneira a erva dos campos, que existe hoje e amanhã será lançada na fornalha, quanto maior cuidado não terá em vos vestir, ó homens de pouca fé!

Não vos inquieteis, pois, dizendo: Que comeremos? ou: que beberemos? ou: de que nos vestiremos? — como fazem os pagãos, que andam à procura de todas essas coisas; porque vosso Pai sabe que tendes necessidades delas.

Buscai primeiramente o reino de Deus e a sua justiça, que todas essas coisas vos serão dadas de acréscimo. — Assim, pois, não vos ponhais inquietos pelo dia de amanhã, porquanto o amanhã cuidará de si. A cada dia basta o seu mal. (S. MATEUS, cap. VI, vv. 19 a 21 e 25 a 34.)

Interpretadas à letra, essas palavras seriam a negação de toda previdência, de todo trabalho e, conseguintemente, de todo progresso. Com semelhante princípio, o homem limitar-se-ia a esperar passivamente. Suas forças físicas e intelectuais conservar-se-iam inativas. Se tal fora a sua condição normal na Terra, jamais houvera ele saído do estado primitivo e, se dessa condição fizesse ele a sua lei para a atualidade, só lhe caberia viver sem fazer coisa alguma. Não pode ter sido esse o pensamento de Jesus, pois estaria em contradição com o que disse de outras vezes, com as próprias leis da Natureza. Deus criou o homem sem vestes e sem abrigo, mas deu-lhe a inteligência para fabricá-los.

Não se deve, portanto, ver, nessas palavras, mais do que uma poética alegoria da Providência, que nunca deixa ao abandono os que nela confiam, querendo, todavia, que esses, por seu lado, trabalhem. Se ela nem sempre acode com um auxílio material, inspira as idéias com que se encontram os meios de sair da dificuldade.

Deus conhece as nossas necessidades e a elas provê, como for necessário. O homem, porém, insaciável nos seus desejos, nem sempre sabe contentar-se com o que tem: o necessário não lhe basta; reclama o supérfluo. A Providência, então, o deixa entregue a si mesmo. Freqüentemente, ele se torna infeliz por culpa sua e por haver desatendido à voz que por intermédio da consciência o advertia. Nesses casos, Deus fá-lo sofrer as conseqüências, a fim de que lhe sirvam de lição para o futuro.

 

 (Fonte: O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. XXV, itens 6 e 7.)

sexta-feira, 18 de setembro de 2020

O Espelho da vida.

Fonte da imagem: https://pixabay.com/pt/linda-mulher-jovem-feminino-1509956/

A mente é o espelho da vida em toda parte. 
Ergue-se na Terra para Deus, sob a égide do Cristo, à feição do diamante bruto, que, arrancado ao ventre obscuro do solo, avança, com a orientação do lapidário, para a magnificência da luz. 
Nos seres primitivos, aparece sob a ganga do instinto, nas almas humanas surge entre as ilusões que salteiam a inteligência, e revela-se nos Espíritos Aperfeiçoados por brilhante precioso a retratar a Glória Divina. 
Estudando-a de nossa posição espiritual, confinados que nos achamos entre a animalidade e a angelitude, somos impelidos a interpretá-la como sendo o campo de nossa consciência desperta, na faixa evolutiva em que o conhecimento adquirido nos permite operar. Definindo-a por espelho da vida, reconhecemos que o coração lhe é a face e que o cérebro é o centro de suas ondulações, gerando a força do pensamento que tudo move, criando e transformando, destruindo e refazendo para acrisolar e sublimar. 
Em todos os domínios do Universo vibra, pois, a influência recíproca. Tudo se desloca e renova sob os princípios de interdependência e repercussão. O reflexo esboça a emotividade. A emotividade plasma a ideia. 
A ideia determina a atitude e a palavra que comandam as ações. Em semelhantes manifestações alongam-se os fios geradores das causas de que nascem as circunstâncias, válvulas obliterativas ou alavancas libertadoras da existência. Ninguém pode ultrapassar de improviso os recursos da própria mente, muito além do círculo de trabalho em que estagia; contudo, assinalamos, todos nós, os reflexos uns dos outros, dentro da nossa relativa capacidade de assimilação. 
Ninguém permanece fora do movimento de permuta incessante. Respiramos no mundo das imagens que projetamos e recebemos. Por elas, estacionamos sob a fascinação dos elementos que provisoriamente nos escravizam e, através delas, incorporamos o influxo renovador dos poderes que nos induzem à purificação e ao progresso. 
O reflexo mental mora no alicerce da vida. Refletem-se as criaturas, reciprocamente, na Criação que reflete os objetivos do Criador. 

Emmanuel

Pérolas de Chico Xavier.

 




terça-feira, 15 de setembro de 2020

Campanhas | Setembro Amarelo

Setembro Amarelo. Será o suicida covarde ou corajoso? Precisamos falar sobre isto.

Existe um grande equívoco de pessoas que erroneamente julgam uma atitude sem ter conhecimento profundo dos motivos da pessoa ter tomado aquela atitude.

É bem comum isto acontecer com os suicidas, chamados de covardes por uns, corajosos por outros.

Venho te propor uma reflexão séria sobre um assunto tão complexo e infelizmente tão pouco ou nada discutido na sociedade: o ato suicidada.

O suicida não quer se matar, ele sempre quer cessar uma dor profunda, uma dor que já dilacera sua alma e causa doenças e sintomas físicos.

É um ato extremo, mas infelizmente vem crescendo assustadoramente na sociedade, incluindo crianças e jovens. É da gente como adulto se perguntar? Onde erramos?

Sem culpas.

Para não alongar o post, vou deixar imagens que os amigos podem copiar de divulgar para que aos poucos esse assunto grave deixe de ser tabu na sociedade.